Alexandre Campanha, um dos gerentes da Vale, relatou que poderia afirmar, com certeza e convicção que os dados de avaliação de risco e a probabilidade de ruptura, não apenas de Brumadinho, mas de outras barragens do chamado corredor sul e sudeste, eram de conhecimento dos diretores Silmar Silva e Lúcio Cavalli.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Campanha deu a resposta acima após questionado se od sdiretorres da mineradora tinham conhecimento de que o fator de segurança dela era de 1,09. E que ele seria inferior ao recomendado por alguns especialistas, que colocavam como ideal um fator de segurança 1,3.
A Vale diz que, “de acordo com o laudo de estabilidade emitido pela Tüv Süd em setembro de 2018, a barragem tinha fator de segurança acima do recomendável tanto em sua área drenada (1,6) quanto na não-drenada (1,09), atendendo plenamente a legislação brasileira e dentro de referências internacionais”.